O que é um DCM

DCM é a sigla usada na fonte para Detailed Clinical Model — a representação computacional de um modelo de informação do RES.

O ponto de partida é um conjunto clinicamente acordado de elementos, regras e cardinalidades. A documentação associa a construção desses modelos a corpos técnicos de profissionais de saúde e às definições nacionais de informação em saúde.

O conteúdo é modelado em OpenEHR para processamento pela plataforma. Seu compartilhamento utiliza interfaces HL7 FHIR e, para documentos, o perfil IHE MHD citado nas fontes.

Da clínica à interoperabilidade

Uma cadeia conceitual ajuda a localizar cada decisão.

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    Acordar o conteúdo

    Profissionais e especialistas definem elementos, regras, terminologias e cardinalidades do caso clínico.

  2. 2
    Modelar

    O modelo é representado computacionalmente em artefatos OpenEHR.

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    Mapear a origem

    Dados do AGHU ou de outro sistema são extraídos para um modelo simplificado.

  4. 4
    Transformar

    O conector produz o documento normalizado correspondente ao DCM.

  5. 5
    Compartilhar

    Documento e metadados percorrem interfaces FHIR/MHD para persistência e consumo autorizado.

Necessidade clínica
      ↓
Modelo de informação
      ↓ OpenEHR
DCM computacional
      ↓ FHIR / IHE MHD
Plataforma e aplicações

Elementos e cardinalidades

Os modelos RAC e SA usam uma notação recorrente para indicar presença e repetição.

CardinalidadeLeitura
0..1Elemento opcional que pode aparecer uma vez
1..1Elemento obrigatório e único
0..NElemento opcional e repetível
1..NElemento obrigatório, com uma ou mais ocorrências

Modelos iniciais e evolução

A documentação escolhe RAC e Sumário de Alta como DCMs iniciais da implantação e descreve expansão para novos casos.

  • RAC — Registro de Atendimento Clínico.
  • SA — Sumário de Alta.
  • Resultados de exames laboratoriais.
  • Resultados de exames de imagem e seus metadados.
  • Pronto atendimento e outros casos clínicos citados como possibilidades de evolução.