Por que existe um conector

O conector aproxima fontes hospitalares heterogêneas da interface padronizada da plataforma.

A documentação descreve o conector como um agente instalado no contexto do hospital. Ele consulta dados do AGHU, organiza um modelo intermediário e envia as informações para os serviços do HU Digital.

Essa fronteira reduz o acoplamento entre o schema local do AGHU e os contratos interoperáveis. Mudanças de banco ou de versão ficam concentradas na extração e no mapeamento, em vez de se espalharem pelos canais de consumo.

AGHU / fonte local
        ↓ consulta JDBC
Conector no hospital
        ↓ modelo simplificado
Transformação XSLT
        ↓ recurso/documento padronizado
APIs HU Digital
        ↓
CDR e aplicações

Responsabilidades internas

A arquitetura separa obtenção, preparação, transformação e entrega dos dados.

CamadaResponsabilidade documentadaPonto de controle
ConsultaExecutar SQL sobre a fonte AGHU por JDBCVersão do schema e escopo dos dados
Modelo simplificadoRepresentar apenas os campos necessários ao intercâmbioMapeamento e cardinalidade
TransformaçãoConverter o modelo intermediário com XSLTValidação do resultado
EnvioConsumir os serviços publicados pela plataformaAutenticação, timeout e retorno
MonitoraçãoRegistrar execução, falhas e situação do processamentoCorrelação e diagnóstico

Escopo e limites

Os conectores não substituem os serviços centrais de identidade, consentimento, persistência ou exposição de APIs.

  • A consulta à fonte respeita o modelo e a versão do AGHU do hospital.
  • A transformação produz a estrutura esperada pelo serviço de destino.
  • O envio depende de conectividade e autenticação válidas para o ambiente.
  • Erros precisam ser observáveis e, quando aplicável, elegíveis para reprocessamento.
  • Cadastro de pacientes e profissionais e documentos clínicos seguem fluxos distintos.

Ciclo de implantação

A fonte organiza a implantação por ambiente e por hospital, com artefatos e parâmetros próprios.

  1. 1
    Confirmar origem

    Identificar versão do AGHU, schema e documentos clínicos habilitados.

  2. 2
    Parametrizar

    Configurar consultas, transformação e integração no cofre ou mecanismo seguro do ambiente.

  3. 3
    Validar

    Testar modelo intermediário, recurso final e associação correta do paciente.

  4. 4
    Observar

    Acompanhar métricas, logs e retorno da plataforma antes de ampliar o processamento.