O pipeline documentado
A extração não envia diretamente uma linha de banco para o CDR: há uma sequência explícita de preparação.
- 1Selecionar
A consulta SQL identifica registros elegíveis no AGHU e os dados relacionados.
- 2Materializar
O resultado é representado em XML segundo um modelo simplificado do conector.
- 3Transformar
Uma transformação XSLT converte o XML intermediário para a estrutura esperada pela API.
- 4Transmitir
O conector chama o serviço de destino com autenticação e metadados do ambiente.
- 5Registrar
Resultado, falhas e identificadores de correlação sustentam monitoração e reprocessamento.
<registro-clinico>
<paciente identificador="[ID_PSEUDONIMIZADO]" />
<documento tipo="RAC" data="AAAA-MM-DD" />
<origem estabelecimento="[CODIGO_AUTORIZADO]" />
</registro-clinico>Mapeamento e qualidade
O ponto crítico é preservar significado, identificadores e cardinalidades durante a transformação.
| Verificação | Pergunta prática | Falha evitada |
|---|---|---|
| Elegibilidade | O registro está liberado e dentro do recorte? | Envio precoce ou indevido |
| Identidade | Paciente e profissional foram associados corretamente? | Vínculo clínico incorreto |
| Cardinalidade | Campos obrigatórios e repetições foram preservados? | Documento inválido |
| Vocabulário | Códigos locais foram convertidos conforme o mapeamento? | Perda semântica |
| Idempotência | Uma repetição controlada evita duplicidade? | Registros duplicados |
Retorno e recuperação
O envio termina somente quando seu resultado pode ser interpretado e rastreado.
- Sucesso deve registrar referência suficiente para auditoria, sem duplicar conteúdo clínico em logs.
- Erros de validação pedem correção de dado ou mapeamento, não repetição cega.
- Falhas transitórias de rede podem ser reprocessadas conforme a política operacional.
- Erros de autenticação ou autorização exigem correção segura de configuração.
- Logs devem evitar CPF, CNS, tokens, laudos e outros dados pessoais desnecessários.