O pipeline documentado

A extração não envia diretamente uma linha de banco para o CDR: há uma sequência explícita de preparação.

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    Selecionar

    A consulta SQL identifica registros elegíveis no AGHU e os dados relacionados.

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    Materializar

    O resultado é representado em XML segundo um modelo simplificado do conector.

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    Transformar

    Uma transformação XSLT converte o XML intermediário para a estrutura esperada pela API.

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    Transmitir

    O conector chama o serviço de destino com autenticação e metadados do ambiente.

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    Registrar

    Resultado, falhas e identificadores de correlação sustentam monitoração e reprocessamento.

XML conceitual — sem dados reais
<registro-clinico>
  <paciente identificador="[ID_PSEUDONIMIZADO]" />
  <documento tipo="RAC" data="AAAA-MM-DD" />
  <origem estabelecimento="[CODIGO_AUTORIZADO]" />
</registro-clinico>

Mapeamento e qualidade

O ponto crítico é preservar significado, identificadores e cardinalidades durante a transformação.

VerificaçãoPergunta práticaFalha evitada
ElegibilidadeO registro está liberado e dentro do recorte?Envio precoce ou indevido
IdentidadePaciente e profissional foram associados corretamente?Vínculo clínico incorreto
CardinalidadeCampos obrigatórios e repetições foram preservados?Documento inválido
VocabulárioCódigos locais foram convertidos conforme o mapeamento?Perda semântica
IdempotênciaUma repetição controlada evita duplicidade?Registros duplicados

Retorno e recuperação

O envio termina somente quando seu resultado pode ser interpretado e rastreado.

  • Sucesso deve registrar referência suficiente para auditoria, sem duplicar conteúdo clínico em logs.
  • Erros de validação pedem correção de dado ou mapeamento, não repetição cega.
  • Falhas transitórias de rede podem ser reprocessadas conforme a política operacional.
  • Erros de autenticação ou autorização exigem correção segura de configuração.
  • Logs devem evitar CPF, CNS, tokens, laudos e outros dados pessoais desnecessários.