Resultado da comparação estrutural
A matriz considera 62 tabelas usadas pelo conector e classifica impacto entre AGHU 10 e 11.
62tabelas analisadas
3estruturas idênticas
58compatíveis com ajuste
1ponto funcional crítico
| Padrão de mudança | Impacto a validar |
|---|---|
| timestamp without time zone → with time zone | Comparações, parâmetros, serialização e fuso |
| Novas colunas de auditoria | INSERTs, mapeamentos e nulabilidade |
| Alterações de constraint | Dados antes aceitos e defaults |
| Aumento de varchar | Mapeamentos e limites locais |
| Novos índices | Plano de execução e implantação |
| Campos sociais e de controle | DTOs, consultas e semântica |
Tabela renomeada
A incompatibilidade funcional registrada envolve a origem das informações profissionais.
AGHU 10
agh.rap_pessoa_tipo_informacoes
↓ migração documentada
AGHU 11
agh.rap_servidor_tipo_informacoes- Consultas RAC de atendimento e a consulta Practitioner referenciavam a tabela antiga.
- As consultas de SA para atendimento apresentaram a mesma falha.
- A matriz propõe migração de dados para a tabela baseada em servidor.
- Depois da migração, a documentação declara compatibilidade esperada de 100%, mas não apresenta um novo checklist pós-migração com os 19 resultados.
Risco e cobertura
A matriz classifica o risco estrutural como baixo e o funcional como localizado, mas mantém recomendações de validação.
- Testar filtros e conversões de timestamp em todas as janelas de carga.
- Revalidar consultas que retornaram zero linhas, pois execução sem erro não cobre o mapeamento completo.
- Confirmar planos de execução para consultas de maior volume.
- Verificar campos novos e nulabilidade em entidades JPA/DTOs.
- Executar regressão RAC e SA após a migração da tabela profissional.