Persistências com papéis diferentes
A arquitetura não concentra todos os dados em uma única estrutura.
| Componente | Conteúdo | Responsabilidade |
|---|---|---|
| HAPI CDR | Recursos clínicos FHIR | Persistência e consulta interoperável |
| HAPI administrativo | Dados de apoio/gestão do componente | Administração separada do conteúdo clínico |
| Binarystore | PDFs e outros artefatos | Guardar conteúdo não estruturado associado |
| Data lake | Dados destinados a usos analíticos previstos | Separar assistência de processamento analítico |
| Índices e logs | Metadados de pesquisa e operação | Observabilidade sem duplicar dado sensível |
HAPI na arquitetura
Os documentos descrevem instâncias e configuração do HAPI, além de uma área administrativa.
- Recebe recursos validados pelos fluxos de integração.
- Oferece persistência e pesquisa FHIR aos serviços autorizados.
- Depende de banco, configuração, capacidade e monitoração próprios.
- Deve ser protegido pela camada de APIs e pelas regras de acesso.
- Não substitui o armazenamento especializado de todos os binários ou imagens diagnósticas.
Ciclo de vida do dado
Persistir é apenas uma etapa: recuperação, cópia de segurança, retenção e descarte também precisam ser governados.
- 1Receber
Validar recurso, identidade, proveniência e autorização.
- 2Persistir
Encaminhar conteúdo estruturado e binário ao repositório correto.
- 3Indexar
Disponibilizar pesquisa sem criar exposição indevida.
- 4Proteger
Aplicar backup, criptografia, controle de acesso e monitoração.
- 5Reter
Cumprir critérios clínicos, legais e institucionais de conservação e descarte.
Disponibilidade e operação
O repositório clínico é uma dependência transversal dos canais de consulta.
- Monitorar disponibilidade, tempo de resposta, erro e uso de recursos.
- Testar restauração, não apenas criação de backups.
- Verificar consistência entre metadados e binários associados.
- Dimensionar armazenamento com crescimento e retenção.
- Documentar recuperação de desastre e dependências externas.